História
Nasceu de uma dor
O LizPilot começou num carro que o openpilot não suportava. Para fazer o openpilot funcionar nele, era preciso testar, medir e corrigir viagem após viagem. E aí apareceram três dificuldades.
As três dores
Um carro sem suporte
Cada ajuste no volante, no freio e no acelerador precisava ser provado na rua, e o log era a única testemunha.
A tela pequena do comma 4
Ver o que o openpilot estava fazendo e mudar uma opção numa tela de 536 × 240 era lento e difícil, ainda mais dentro do carro.
Marcar o que aconteceu
Um zigue-zague ou uma freada estranha se perdiam no meio de horas de log. Faltava um jeito de marcar o momento e anotar o porquê.
A resposta
Daí veio o LizPilot
- O celular virou a tela grande do comma. Tudo à vista, com espaço para ler e ajustar com o carro parado.
- Marcar com anotação. Um toque guarda a hora e o lugar, e a nota conta o que aconteceu.
- Missões confirmadas no log. Cada recurso provado no dia a dia, e não por impressão.
- O que serviu para um carro, serve para todos. Em novembro de 2026, o LizPilot passou a ir para todos os carros que o openpilot suporta.
Obrigado
Alexandre Sato
Nada disso existiria sem o Alexandre Sato. Foi ele quem fez a engenharia reversa do Haval H6 e o primeiro port dele para o openpilot: o mapa das mensagens do carro, o chicote e os primeiros parâmetros. O projeto partiu do trabalho dele, em outubro de 2026. O trabalho do Sato no GitHub.